A Gowork da Paulista 302 foi uma das unidades que mais me marcaram justamente pela energia do lugar. Você sente que não é só um espaço pra trabalhar, parece um ambiente feito pra gente que realmente quer construir algo.
Teve uma época em que eu estava muito improdutiva em casa e comecei a alternar meus dias ali. A diferença no foco foi absurda. O ambiente é silencioso quando precisa, mas ao mesmo tempo tem movimento, troca e aquela sensação de estar cercada de pessoas que também estão correndo atrás. Acho que isso motiva sem perceber.
Além disso, a localização facilita demais a rotina. Descer no metrô Brigadeiro e já estar praticamente no coworking faz o dia render muito mais.
Solicitei apenas a não renovação do contrato dentro do prazo, sem qualquer pedido de cancelamento antecipado. Mesmo assim, a GoWork gerou cobrança indevida (pro rata) por um período que já estava dentro da vigência contratual.
Expliquei diversas vezes, de forma clara, que não reconheço a dívida, mas a empresa insiste na cobrança e não resolve o problema.
Atendimento confuso, respostas padronizadas e total falta de transparência.
Não recomendo. Se não resolverem, irei ao PROCON e ao Juizado.
Sou cliente desde 2020, com três empresas, e o que enfrento é um Padrão de Desorganização Reiterado. Em 2025, a GoWork admitiu formalmente erros de cobranças duplicadas e assédio de dezenas de ligações diárias mesmo eu estando adimplente. Em 2026, voltam a repetir os mesmos erros com total descaso.
Estou totalmente insatisfeito e tento o cancelamento há semanas. A empresa utiliza uma Barreira Ilegal ao Cancelamento: o portal não funciona (erro de login comprovado) e ignoram notificações formais para manter cobranças indevidas. O atendimento é grosseiro, robótico e assediante: recebi 9 contatos intimidatórios em 48h, enquanto a empresa sequer sabe quem sou — erraram meu nome em resposta pública e pediram meus dados por e-mail após enviarem ameaças jurídicas.
Como uma empresa de escritórios virtuais, eles ignoram o transtorno e o prejuízo comercial e de marketing de se trocar um endereço forçadamente. Na última ligação, o atendente foi grosseiro ao questionar por que eu ainda era cliente se estava insatisfeito — ignorando que estou há semanas tentando sair e a empresa impede o distrato. É o ápice da má-fé. O caso está no PROCON.
Esta é uma empresa que não respeita o cliente, não resolve problemas e usa a intimidação como método de operação. Meu próximo passo é a ação judicial por danos morais e materiais.
Entrei em contato para saber se uma empresa que aplica golpes está localizada no endereço pois tenho como referência avenida Paulista 302 e a atendente informou que não podia passar informações e questionei se eles nao puxam informações antes de alugar as salas e ela novamente não respondeu. Se fossem uma empresa preocupada com a índole dos clientes que alugam teriam pelo menos perguntando o nome da empresa para averiguar internamente que tipo de clientes que eles tem, que aplicam golpes em pessoas mas percebi que o importante é o aluguel cair na conta, o resto não importa